Caminho por Cocal do Sul, passando pela capela de Nossa Senhora de Fátima e Substação da Casan.
🔸 O CEU informa que as giras públicas estão suspensas no momento, e o retorno será informado aqui pelo site.
🔸Os atendimentos com os pretos velhos nas quartas-feiras permanecerão.
Sempre as quartas-feiras, das 19:30h às 21:00h.
Todos os atendimentos são gratuitos, aberto a todo público e ocorrem por ordem de chegada.
Caso não ocorra, será avisado pelo site.
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PRETO-VELHO
É um Nganga ou um Nganga é um preto-velho?
Preto-velho não é arquétipo psicológico, nem figura folclórica ou fetichista. Ele é a própria ancestralidade, é força viva em continuidade, agindo de forma espiralar. Ele é a sua linhagem operando no seu presente.
A Dikenga nos ensina que a Kanda é a linhagem que atravessa o corpo, o tempo, o nome e o território que sobrevive através de todas as existências, através do preto-velho.
O preto-velho não representa os ancestrais. Ele é a própria ancestralidade atravessando o corpo e vivendo junto e com você.
Assim, o vivo (você) carrega o morto (preto-velho) e o morto, na espiral da existência familiar, sustenta o vivo.
A vida existe com a manutenção da força vital (Nguzu) e o Preto-velho guarda o Nguzu da Kanda, assegurando que a memória siga operando no mundo.
Assim, Preto-velho não é passado, ele é presente, um presente de N'Zambi a você para que a morte não te encontre e vocês continuem vivos percorrendo o ciclo do sol (Dikenga).
O Preto-Velho (Nganga) sendo a nossa própria existência, ocupa o espaço físico e espiritual. Ele não corre atrás do tempo. Ele é o próprio tempo. Enquanto você se apressa e se perde, ele senta e te espera.
O segredo não está no peso da idade. Está na física do espírito e na tecnologia ancestral da existência. O Preto-Velho não é um ancião cansado, nem a imagem domesticada da humildade.
Ele é Nganga, aquele que detém a ciência do chão, da memória e da vida. Quem conhece a terra, governa o tempo.
Ele age, orienta, cura e reorganiza o mundo a partir do chão, no liame espiralar do tempo e da sua memória ancestral.
O Ngolo é a carga de força vital que anima e sustenta o Poder dos Ossos. Se o osso é a estrutura que não apodrece e guarda o DNA inalterável da nossa Kanda (linhagem), o Ngolo é a voltagem ancestral que mantém essa memória ativa, protegida e soberana.
O Preto-Velho não é a imagem da fragilidade, ele é a própria manifestação dessa força ancorada na imortalidade da nossa história. Através dessa união, ele se revela como o Nganga Supremo: o cientista que utiliza a energia do cosmos para ler a estrutura que nos sustenta e projetar a nossa vida para além do tempo.
Enquanto o mundo adoece na pressa, o Preto-Velho senta e espera. Não por lentidão, mas por maestria. Ele não corre atrás do tempo, ele é o próprio tempo. Como Nganga, ele detém a ciência da terra, e a máxima é implacável: só governa o tempo quem conhece o chão.
Ele é o pilar que sustenta a sua existência para que você não se perca no esquecimento. Ele guarda a história que ainda não foi contada na sua Kanda e garante que você seja continuidade, e não o fim.
Não o leia como um serviçal, mas como um aliado soberano na manutenção da sua força.
Em nossa Casa buscamos nos manter fiéis às Leis e Fundamentos da UMBANDA como passada, ensinada e praticada por seus Dirigentes Espirituais. O C.E.U.P.T.C.I. tem por missão o desenvolvimento e estudo das potencialidades humanas de seus praticantes e frequentadores. Com uma visão filosófica voltada à prática da vida e suas relações, o CEUPTCI, promove encontros públicos e privados além de vivências pautadas em uma visão espiritual!
Caminho por Cocal do Sul, passando pela capela de Nossa Senhora de Fátima e Substação da Casan.
Caminho por Cocal do Sul, virando a direita na XIII cruz, em direção ao Rio Perso.
Passando pela Substação de energia e a Igreja Nossa Senhora da Saúde.
Permanecer na SC 445 em direção a Siderópolis
Lembre-se que aqui é um ambiente religioso, por isso pedimos que use roupas que estejam
condizentes com o local. Evite conversas durante a sessão, lembre-se do propósito do
ambiente e mantenha a concentração, reze.
Evite: decotes, transparências, roupas curtas,
shorts (mulher) e bermudas (homens).
Para que você se sinta mais seguro, separamos algumas dúvidas que são muito frequentes nos terreiros de Umbanda. Se você não nos conhece, você pode conferir abaixo como funciona aqui no CEUPTCI.
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