Caminho por Cocal do Sul, passando pela capela de Nossa Senhora de Fátima e Substação da Casan.
🔸Neste Sábado (08/08) às 15h, teremos gira pública de Erê, e conforme pedidos da Mariazinha, será uma festona para os Erês 🎉🎉🎉🎈🎈🎈🥳🥳
🔸Os atendimentos com os pretos velhos nas quartas-feiras permanecerão. Sempre às quartas-feiras, das 19:30h às 21:00h.
Todos os atendimentos são gratuitos, aberto a todo público e ocorrem por ordem de chegada. Caso não ocorra, será avisado pelo site.
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Não existe nada mais perigoso do que subestimar quem sorri enquanto trabalha.
Quem nunca viu um erê em terra imagina uma cena toda delicada, né?
Pois é, mas é só até conhecer um. E é engraçado que eles têm um jeitinho de quem não quebra um prato, mas ao mesmo tempo conseguem virar um terreiro inteiro do avesso em poucos minutos.
Só que tem uma coisa que muita gente ainda não entendeu.
Travessura de um erê nunca foi sinal de fraqueza, muito pelo contrário. É justamente aí que mora uma das maiores lições.
Há gente que foi ensinada a acreditar que força tem cara fechada, voz grossa e postura séria. Erê chega e acaba com essa teoria em cinco minutos, porque eles nos mostram que maturidade não endurece a essência. Na verdade, impede que a leveza seja confundida com fragilidade. Enquanto muitos tentam impor respeito pela intimidação, eles conquistam um terreiro inteiro com um pirulito. E fazem isso sem perder um grama da própria força.
Aliás, pergunte para qualquer pessoa de terreiro se ela tem coragem de subestimar o erê. A resposta vem na hora, menina. Quem é doido? No terreiro essa resposta é óbvia, mas fora dele, nem sempre.
Porque o problema é que a gente cresceu.
E crescer, muitas vezes, significou desconfiar de tudo.
Desconfiar de quem sorri, de quem acredita, da vida.
A gente foi perdendo a capacidade de enxergar a beleza sem achar que existe uma segunda intenção escondida. E foi chamando isso de maturidade. Mas será que era mesmo?
Eu fico me perguntando como que uma tradição tão antiga quanto a nossa preservou justamente uma linha que nos faz questionar tudo o que aprendemos sobre o que é ser forte.
O erê chega correndo, dando risada.
E muitas vezes, sem dizer uma palavra, nos lembra de uma força que quase sempre abandonamos pelo caminho.
Que é a capacidade de continuar acreditando.
E não é acreditar de forma boba.
Não é fechar os olhos para a maldade do mundo.
É não permitir que ela seja a única lente pela qual você enxerga a vida.
Porque quem perde completamente a esperança também perde a coragem de recomeçar. Perde a curiosidade.
Perde a alegria das pequenas conquistas.
Perde até a capacidade de agradecer.
Meu erê mesmo me disse um negócio uma vez e até hoje eu nunca esqueci:
“Tia, leveza exige muito mais força do que parece.”
E faz todo sentido, porque a vida endurece, né?
Mas endurecer não pode significar perder aquilo que faz a vida continuar valendo a pena. Porque no fim, dizer que aquilo que um erê faz, ninguém desfaz é reconhecer que a ancestralidade preservou em essência uma das suas expressões mais sagradas.
Muita gente olha para um Erê e enxerga apenas a brincadeira. Mas tradição nenhuma preserva um fundamento por gerações apenas para divertir alguém.
Toda manifestação dentro do caminho Ancestral comunica um ensinamento. E talvez um dos mais bonitos seja justamente esse: a força nunca precisou perder a leveza para continuar sendo força.
A vida endurece todos nós, isso é inevitável. O que não deveria ser inevitável é deixar que esse endurecimento roube a nossa capacidade de acreditar, de recomeçar, de se encantar e de continuar caminhando.
No fim, não é sobre voltar a ser criança. É sobre não permitir que o peso da vida destrua aquilo que existe de mais vivo dentro de nós.
Em nossa Casa buscamos nos manter fiéis às Leis e Fundamentos da UMBANDA como passada, ensinada e praticada por seus Dirigentes Espirituais. O C.E.U.P.T.C.I. tem por missão o desenvolvimento e estudo das potencialidades humanas de seus praticantes e frequentadores. Com uma visão filosófica voltada à prática da vida e suas relações, o CEUPTCI, promove encontros públicos e privados além de vivências pautadas em uma visão espiritual!
Caminho por Cocal do Sul, passando pela capela de Nossa Senhora de Fátima e Substação da Casan.
Caminho por Cocal do Sul, virando a direita na XIII cruz, em direção ao Rio Perso.
Passando pela Substação de energia e a Igreja Nossa Senhora da Saúde.
Permanecer na SC 445 em direção a Siderópolis
Lembre-se que aqui é um ambiente religioso, por isso pedimos que use roupas que estejam
condizentes com o local. Evite conversas durante a sessão, lembre-se do propósito do
ambiente e mantenha a concentração, reze.
Evite: decotes, transparências, roupas curtas,
shorts (mulher) e bermudas (homens).
Para que você se sinta mais seguro, separamos algumas dúvidas que são muito frequentes nos terreiros de Umbanda. Se você não nos conhece, você pode conferir abaixo como funciona aqui no CEUPTCI.
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