Caminho por Cocal do Sul, passando pela capela de Nossa Senhora de Fátima e Substação da Casan.
🔸O CEU informa que as giras públicas estão suspensas no momento.
🔸Neste domingo (06/09) às 15h, haverá uma aula aberta ao público, sobre uma parte histórica da invasão das nossas terras (atualmente chamada de Brasil) e as suas consequências que permanecem até hoje.
Para quem desejar participar, traga um quitute para compartilhar com todos.
🔸Os atendimentos com os pretos velhos nas quartas-feiras permanecerão. Sempre às quartas-feiras, das 19:30h às 21:00h.
Todos os atendimentos são gratuitos, aberto a todo público e ocorrem por ordem de chegada. Caso não ocorra, será avisado pelo site.
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Como o Brasil usou a lei para tornar o indígena um estranho em sua própria terra?
Você já se perguntou como os povos indígenas se tornaram invasores em sua própria terra?
Não foi um acidente.
Foi um projeto de Estado, construído com leis e decretos, para fazer o indígena desaparecer e tomar seu território.
O plano começou em 1757 com o Marquês de Pombal. Sob o pretexto de "libertar" os indígenas, o "Diretório dos Índios" proibiu suas línguas, chamando-as de "invenção diabólica", forçou sobrenomes portugueses e incentivou a miscigenação para "diluir" a identidade indígena.
A mensagem era clara: o progresso era branco.
A cultura indígena, o atraso.
No século XIX, a arte virou propaganda. O pintor Jean-Baptiste Debret criou a imagem oficial do projeto: de um lado, o "índio selvagem", nu e na natureza.
Do outro, o "índio civilizado", vestido com roupas europeias.
Em 1845, o Império criou a máquina burocrática para gerenciar o apagamento. O "Regulamento das Missões" transformou aldeamentos em laboratórios de "civilização": catequese, trabalho forçado e ensino obrigatório do português para preparar o indígena para o golpe final.
A posse ancestral dos indígenas foi legalmente apagada.
Seus territórios viraram "terras vagas" do Império.
O golpe final veio com a Lei de Terras de 1850.
Com uma canetada a lei declarou que toda terra sem título de propriedade privada pertencia ao Estado.
A "civilização" era a desculpa para a expropriação.
A elite não escondia o objetivo.
Um senador da época discursou que a terra deveria ir para os "lavradores poderosos", os únicos com força para expulsar os "gentios" (indígenas).
Esse projeto de extermínio de papel deixou uma herança de sangue.
Os conflitos agrários de hoje, como a luta do povo Guarani-Kaiowá, são o eco direto dessa história.
Eles lutam para reverter um projeto de desaparecimento que nunca acabou.
Uma investigação profunda revela o projeto de assimilação que, do século XVIII ao XIX, proibiu línguas, impôs costumes e, com a Lei de Terras de 1850, transformou territórios ancestrais em "terras vagas" do Império.
Decretos, propaganda visual e discursos da elite mostram como a "civilização" foi a justificativa para a expropriação que alimenta conflitos até hoje.
Texto por: @avelinbuniacakambiwa @povos.tradicionais @povos indigenas @comitemineiro
Em nossa Casa buscamos nos manter fiéis às Leis e Fundamentos da UMBANDA como passada, ensinada e praticada por seus Dirigentes Espirituais. O C.E.U.P.T.C.I. tem por missão o desenvolvimento e estudo das potencialidades humanas de seus praticantes e frequentadores. Com uma visão filosófica voltada à prática da vida e suas relações, o CEUPTCI, promove encontros públicos e privados além de vivências pautadas em uma visão espiritual!
Caminho por Cocal do Sul, passando pela capela de Nossa Senhora de Fátima e Substação da Casan.
Caminho por Cocal do Sul, virando a direita na XIII cruz, em direção ao Rio Perso.
Passando pela Substação de energia e a Igreja Nossa Senhora da Saúde.
Permanecer na SC 445 em direção a Siderópolis
Lembre-se que aqui é um ambiente religioso, por isso pedimos que use roupas que estejam
condizentes com o local. Evite conversas durante a sessão, lembre-se do propósito do
ambiente e mantenha a concentração, reze.
Evite: decotes, transparências, roupas curtas,
shorts (mulher) e bermudas (homens).
Para que você se sinta mais seguro, separamos algumas dúvidas que são muito frequentes nos terreiros de Umbanda. Se você não nos conhece, você pode conferir abaixo como funciona aqui no CEUPTCI.
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